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Livros de Memorias Spcd comemora 11 anos com um novo lançamento.

July 21, 2020

A publicação retrata a história da Companhia de 2008 a 2018 por meio de textos e fotos

Na próxima segunda-feira, dia 28 de janeiro, a São Paulo Companhia de Dança completa 11 anos. E depois de “Primeira Estação”, “Sala de Ensaio”, “Terceiro Sinal”, “Em Cena”, “Jogo de Corpo”, “Passado-Futuro”, a instituição lança seu mais novo livro de ensaios e fotos: “São Paulo Companhia de Dança – 10 Anos”. A festa será em tom de lançamento, às 19h, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo. Organizada por Inês Bogéa – diretora artística da Companhia – a obra, que tem versão em inglês, possui textos de especialistas em dança e retrata a história da São Paulo ao longo de seus dez anos de existência (2008-2018).


O livro é um espelho dos três eixos de atuação da SPCD. A jornalista Maria Eugênia de Meneses assina o texto “Identidade: Inovação e Permanência”, que olha para a área de Produção e Circulação de Espetáculos. Ela aborda a questão da singularidade e da pluralidade dos trabalhos em diálogo com os coreógrafos e suas obras.  Já a também jornalista Iara Biderman, tem como ponto de partida a área de Registro e Memória da Dança e reflete sobre a importância de se documentar dança em diferentes suportes, como vídeo, texto e fotos, no texto “Memória: Aqui, Agora e Sempre”. Para fechar os eixos de trabalho, a professora e pesquisadora de dança Ana Terra, traz à tona a versatilidade dos programas da área de Educativo e Formação de Plateia, como oficinas, palestras, espetáculos e parcerias em “Cooperação e Respeito à Diversidade: 10 anos de Ação Cultural da São Paulo Companhia de Dança”.


A apresentação assinada por esta autora –  “Singularidade na Dança do Brasil” – introduz o leitor aos textos acima citados e traz um olhar de quem vivenciou essa história na pele.  Ernesto Gadelha – diretor artístico e pedagógico da Bienal Internacional de Dança do Ceará – e Ammanda Rosa, bailarina da SPCD desde 2008 – , trazem depoimentos sobre a sua importância e poder de transformação da Companhia e completam o time de autores. Ainda na parte de textos o leitor poderá encontrar trechos das melhores matérias e críticas publicadas sobre a São Paulo ao longo dos seus 10 anos.


Com curadoria fotográfica de Wilian Aguiar, o livro apresenta imagens de cada um dos eixos citados, além de um detalhamento de todo o repertório artístico do período. O projeto gráfico de Nasha Gil amplia o olhar do leitor por meio de infográficos que enumeram as cidades e os países onde a São Paulo Companhia de Dança já se apresentou. Vale uma leitura atenta também a produção de material – programas de espetáculo, programas infantis e documentários – produzido pela Companhia ao longo desta década, que integram este livro.
“Ao organizar o livro foi lindo perceber o trabalho realizado e o número de pessoas envolvidas nesta dança coletiva e ao mesmo tempo muito individual. Cada um tem uma história singular e isso faz da Companhia um espaço de trocas intensas e emoções contagiantes. Sou grata a cada um que divide comigo esta trajetória de perto ou de longe, contribuindo para que a nossa história seja ainda mais viva”, fala Inês Bogéa.


ASSINATURA DE DANÇA


Para quem também acompanha a São Paulo Companhia de Dança sabe que ela é a única Companhia no Brasil a ter um programa de assinaturas, ou seja, você paga um valor fechado, assiste a todos os espetáculos no lugar que escolher e ainda assiste a um ensaio na sede da Companhia.


A temporada de 2019 é dividida em 4 diferentes programas: O primeiro marca a volta de Édouard Lock – gênio da dança contemporânea – e também de Cassi Abranches para a SPCD com um repertório que promete surpreender. Para o segundo programa a SPCD programou a estreia de “A Morte do Cisne”, de Lars Van Cauwnbergh, a partir do original de Michel Fokine (1880-1942), a estreia na temporada do Teatro Cardoso, de “Pulcinella”, de Giovanni Di Palma, e “Suíte Para Dois Pianos”de Uwe Scholtz (1958-2004), que já integrava o repertório. No terceiro programa voltam “Ngali…” de Jomar Mesquita e “Odisseia”, de Joelle Bouvier e tem estreia de “Vai”, de Shamell Pitts.
A temporada se encerra com a estreia de uma obra do coreógrafo Goyo Montero. “Melhor Único Dia”, de Henrique Rodovalho e “Supernova”,  de Marco Goecke completam a programação. As assinaturas podem ser adquiridas até o dia 30 de abril por preços acessíveis. Informações no www.spcd.com.br


DANÇA PARA LER


E se você gosta de livros de dança selecionamos 10 títulos que não podem faltar na sua coleção. Confira.
“A Dança”, de  Klauss Vianna (Editora Summus)
“A Escuta do Corpo”, de Jussara Muller (Editora Summus)
“Eutonia – O Saber do Corpo”, de Miriam Dascal (Editora Senac)
“Gesto – Práticas e Discursos”, de Dani Lima (Editora Cobogó)
“Ser Dançaterapeuta Hoje”, de Maria Fux (Editora Summus)
“Laban Plural – Arte Do Movimento”, de Melina Scialom (Editora Summus)
“Caminhos Cruzados: Teatro de Dança Galpão, 1974-1981”, de Inês Bogéa (Editora Sesc)
“A Filosofia da Dança: Um Encontro Entre Dança e Filosofia”, de Marie Bardet (Editora Martins Fontes)
“O Dançarino e a Dança”, de Merce Cunningham (Editora Cobogó)
“Angel Vianna – A Pedagoga do Corpo”, de Enamar Ramos (Editora Summus)

 

 

Texto publicado originalmente no blog Só dança 11 novembro 2019

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