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Quebra Nozes e Cisne Negro: um clássico de natal

November 11, 2019

Mais de 100 bailarinos – entre estudantes e profissionais – sobem ao palco do Teatro Alfa

A Cisne Negro Cia de Dança comemora no palco do Teatro Alfa hoje, às 21h, os 35 anos do seu tradicional O Quebra-Nozes. Com direção de Hulda e Dany Bittencourt a produção conta com mais de 100 artistas em cena, entre eles o elenco oficial da Cisne Negro Cia. de Dança, bailarinos contratados especialmente para a produção, solistas convidados, orquestra, participação de projeto social, entre outros. Os espetáculos acontecem até o dia 23 de dezembro.

Cena de O Quebra Nozes 2 – foto Heloísa Bortz

 


Encenado em dois atos, o balé conta a história de Clara, uma menina que na noite de Natal ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes dado pelo seu padrinho. Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar e adormece. No seu sonho de fantasia ela entra num mundo mágico, no qual os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe, são homenageados com danças típicas de vários países. A criação de O Quebra Nozes foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Nussknacker und Mauserkonig (Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), de 1816, de E.T.A Hoffmann. Tchaikovsky (1840-1893) se encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o balé, que ganhou os palcos em 1891.


“Estamos trabalhando duro desde outubro para esta edição comemorativa. Sempre mexemos em algo, trocamos alguma coisa, um figurino, um cenário. A tradição é manter essa história viva. O Quebra-Nozes é uma obra muito especial, a única que minha mãe (Hulda) nos autoriza mexer dentro do repertório clássico”, conta Dany Bittencourt. “Nossa parceria com o Teatro Alfa também deve ser comemorada. Estamos lá há 20 anos, a idade do teatro. Antes o espetáculo era apresentado em outros espaços como o Teatro Sérgio Cardoso, Teatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro, além de fazermos coproduções com outras cidades do interior do Estado”, completa Dany, que também assina a direção artística da montagem.


O ESPETÁCULO

Cena de O Quebra Nozes com Aurora Dickie – 
No espetáculo os 14 integrantes da Cisne Negro Cia. de Dança, somam-se aos bailarinos contratados, crianças que integram a Cisne Negro Escola de Dança, entre outros e dividem-se em três elencos. “Algo especial desta temporada são os nossos solistas.  O Cícero Gomes (brasileiro, 1º bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) dança com bailarinas da nossa Companhia, a Mariana Paschoal ou a Luiza Ginez. Já a Aurora Dickie (brasileira), que esteve conosco no ano passado, volta para dançar com o Alexei Orlenco (russo), ambos são solistas do Staatsballet Berlin (Alemanha)”, conta Dany.
Cícero Gomes dança acompanhado de  Luiza Ginez ou Mariana Paschoal nos dias: 13, 14, 15/12 (17h e 20h), 16 (15h e 18h), 22 (17h) e 23 (15h). Aurora Dickie e Alexei Orlenco sobem ao palco do Alfa nos dias: 19, 20, 21, 22 (20h) e 23/12.


PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS


O espetáculo tem participação especial da Orquestra Sinfônica de Heliópolis do Instituto Bacarelli, sob regência do maestro Edilson Ventureli, nas sessões do dia 21/12 (sexta-feira, 21h30), 22/12 (sábado, 20h) e 23/12 (domingo, 18h). Destaca-se também neste ano a participação dos jovens violinistas Matheus Alves Firmino, 15, e André Rocha, 13, da Orquestra Sinfônica de Heliópolis, que tocarão em cena no I e II atos.

Cena de O Quebra Nozes 3 – foto Heloísa Bortz
Outras participações somam-se ao projeto: Um grupo de crianças oriundas de um projeto social de dança chamado Usina da Dança, mantido pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, de Orlândia participa anualmente do espetáculo com os “anjos”. “É uma experiência incrível para essas crianças. Elas vem a um teatro pela primeira vez, fazem uma viagem, dormem em um hotel, vão ao Mc Donald’s. Vai muito além da dança”, conta a diretora.


Quem também participa do espetáculo é Luana Lohaine Reis, que foi descoberta pedindo dinheiro em um farol em Alagoas (Maceió) para fazer aulas de dança. “O programa da Eliana descobriu a história e nós abraçamos a vontade dela. Ela se mudou para São Paulo e tem feito aulas três vezes por semana e vai se apresentar nas nossas sessões infantis. “Nesses 35 anos são muitas histórias. Algumas são contadas, outras são vividas. E o que queremos é que o público continue se emocionando com essa linda história de Natal”, fala Dany.

 

Texto orginalmente publicado no Blog Só Dança 11 novembro 2019

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