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Dia internacional da Dança palestra de marcela benvegnu

March 15, 2019

Dia Internacional da Dança tem palestra gratuita.
Em comemoração ao Dia Internacional da Dança, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) organizou palestra gratuita sobre “Gestão de Comunicação e Marketing para Dança”, que vai acontecer no dia 17 de abril, quarta-feira, 17h, no Teatro Municipal João Paulo II.


A palestra será ministrada por Marcela Benvegnu Rosolia que é jornalista e pesquisadora de dança. Em entrevista ao Blog, o coordenador de Dança e Teatro na FMC, Casius Clay, disse que a palestra é sobre como a comunicação pode ser trabalhada no universo da dança.

 

“Queremos trabalhar a comunicação dentro da dança não apenas em comemorações festivas como no final do ano, mas sim durante todo o ano. Uma forma de divulgar o que temos de incrível no nosso universo. Pensando nisso trazemos a Marcela que tem um currículo incrível para falar um pouco para os profissionais de como fazer um diferencial em seus projetos de danças”, frisou Casius Clay.


Casius acrescenta ainda que a palestra não é apenas para quem trabalha com a dança, todos interessados no assunto podem participar. “É claro que nosso público alvo é quem trabalha com a dança, mas todos os profissionais podem vir e participar, a Marcela vai falar sobre gestão de comunicação e marketing na dança, mas o que ela falar sobre comunicação e marketing pode ajudar todos os profissionais”, explicou.


CONHEÇA A PALESTRANTE
Marcela Benvegnu cursou o programa executivo da Harvard Business School e é master em Mídia e Comunicação pela University of California, é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Foi coordenadora da Educativa e Comunicação e de Registro e Memória da Dança da São Paulo e Companhia de Dança por oito anos.
Atua como palestrante, jurada, crítica e jornalista convidada em eventos, é codiretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009.
Conheça os cursos de dança oferecidos pelo Senac Piauí.

 

EXPECTATIVA - Muitas pessoas estavam me cobrando aqui no blog, depois de um hiato de sumiço, viagens internacionais e muitos espetáculos da São Paulo Companhia de Dança, um texto sobre o filme, principalmente a Flávia Fontes, minha sócia na Revista de Dança. Algo que apresentasse um pouco do documentário, mas que também falasse o que eu estou sentindo. Ansiedade? Medo? O coração pulsando na boca? Expectativa? Não consigo definir. 

Pensei num texto (em vários), caso eu tenha que falar alguma coisa durante o lançamento, porém, não tenho mais ideia de como ele começa.  Fico imaginando como vai ser, quem vai estar, se vai dar tempo de todos chegarem. O que será que Roseli Rodrigues diria sobre isso e como aqueles olhos azuis reagiriam em ver sua história contada pelo olhar de outras pessoas em 24 minutos? 

 

Respondendo uma entrevista para o próprio Festival de Dança sobre o documentário essa semana, me dei conta de que não encarei sua morte. Talvez eu não encare. Ela ainda está viva no meu corpo, no corpo de quem passou pelas salas de aula em que ela estava à frente, nas suas coreografias. Está viva no jazz que fazemos. Então como encarar a morte? 


IDENTIDADE - Esse projeto nasceu de uma conversa, minha e da Inês, sobre a importância do jazz e sobre as personalidades da dança que transitam nesse gênero. Me questionavam quando eu iria publicar a minha pesquisa sobre o estilo, e quando a Inês iria fazer um documentário sobre a Roseli. Três meses depois juntamos as vontades.

 

Em junho de 2010 formatamos o projeto e começamos a pensar em mecanismos para conseguir patrocínio. Em julho apresentamos a ideia ao Raça, em agosto enviamos a proposta para o Festival de Dança de Joinville e para a Só Dança.

 

Inês e eu doamos o nosso trabalho e tivemos parceiros excepcionais, como a Associção Pró-Dança e a ARN, caso contrário, não seria possível realizá-lo.

 

Fizemos as gravações dos depoentes em dezembro e esse foi um dos momentos mais especiais, pois foi um reencontro com a história da Roseli de outros modos, no olhar de outras pessoas, de outras vozes que também ajudaram a construir a história do Raça e do jazz. Em janeiro de 2011, começamos o processo de edição, escrevi o texto do livreto e juntas escolhemos as fotos, enviamos para revisão, diagramação e tradução. Finalizamos em abril.

 

Trabalho com a Inês diariamente há quase dois anos e não tem um dia que ela não me ensine algo novo. Temos uma parceria forte, de trabalho, de respeito, de amizade. Encaramos a dança do mesmo modo e acreditamos que seja preciso registrar a memória para que possamos olhar para a história da dança do Brasil. Nesse documentário a levei para o mundo do jazz e ela me levou para o mundo do vídeo. 

 

Nas palavras dela, o documentário “é um presente da dança para a dança”. Eu concordo, mas, para mim, também é a certeza de que o estilo que eu escolhi para dançar e estudar tem caminhos que jamais pensei em desvendar e que precisa ser registrado. 

O nosso jazz também se dança de outros modos. Está tela. A gente sente na alma. Se mostra vivo. Me faz ver e entender a minha dança, seja ela no texto, na fala ou no movimento. É também o meu espelho. Que chegue logo 17h30 e essa dança com a voz da Roseli, seus cabelos vermelhos e olhos azuis, se espalhe, para que todos sintam o poema em movimento. 

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